Você sabe o que quer?

Uma pergunta tão simples, e que muitas pessoas não tem resposta! Vida profissional é coisa séria, e são escolhas pra vida toda! Mas será que quando chega a hora da escolha, realmente sabemos o que queremos???

Falo isso por mim mesma, quando eu fui escolher minha profissão, optei pela área de TI, apesar de não entender muito bem o universo “INFORMATICA”, achei que seria uma grande carreira! Mas eu esqueci de alguns detalhes!! Será que eu tenho perfil para isso?

Ai começei a programar, depois analista de qualidade, depois analista de sistemas e assim foi! Passei por tudo um pouco, até que eu descobri que tenho que aproveitar minhas qualidades pessoais na área de TI.

E foi ai minha decisão da Pós graduação, focada em Gestão, em Pessoas, em idéias e sugestões, criatividade e pro-atividade! Confesso que não vejo a hora de terminar minha pos-graduação e seguir por esse caminho! Novos desafios!!

As vezes fico imaginando, quando a ADATI começar a funcionar, tenho que agir muito diferente comparando com a maioria das empresas! A maior dificuldade na área de TI não é desenvolver, ou entregar algo que o cliente goste (digo isso pela quantidade informação, material disponível e metodologias para a entrega de um produto final excelente) e sim aproveitar ao máximo os profissionais! Entender e conseguir captar o que eles tem de melhor e o que podem oferecer a empresa, principalmente profissionais da área de Informática que tendem a ser mais tímidos!

Já trabalhei com pessoas muito boas e que a empresa não conseguia explorar todo o seu potencial. Conclusão: saiu em busca de novos objetivos!

O maior capital de uma empresa são as PESSOAS!

Abraços

December 23rd, 2008, escrito por Daniele Vincenzi

Ninguém é insubstituível, mas algumas pessoas são insuperáveis!

Texto de Celia Spangher, consultora de Recursos Humanos Facioli Consultoria
Sala de reunião de uma multinacional o CEO nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos mostra gráficos e olhando nos olhos de cada um ameaça: ‘ninguém é insubstituível’.

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça.
Ninguém ousa falar nada. De repente um braço se levanta e o CEO se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta ?
- Tenho sim. E o Beethoven ?
- Como ? - o CEO encara o gestor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu o Beethoven?

Silêncio……

Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal, as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que quando sai um é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Dorival Caymmi? Garrincha? Michael Phelps? Santos Dumont? Monteiro Lobato?Faria Lima ? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso?

Todos esses talentos marcaram a História fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem - ou seja - fizeram seu talento brilhar. E portanto são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.

Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar ’seus gaps’.

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranoico. O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Se você ainda está focado em ‘melhorar as fraquezas’ de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo e Gisele Bundchen por ter nariz grande.

E na sua gestão o mundo teria perdido todos esses talentos.

 

 

November 17th, 2008, escrito por Daniele Vincenzi

PROBLEMA?????

Acho interessante trabalhar! Tem gente que não vê a hora de se aposentar (rsrs), mas eu não! Fico impressionada com a quantidade de ensinamentos que o trabalho me traz!! A escola não ensina a entender o mercado de trabalho, ou a ser um bom profissional. Talvez ela nos dê ferramentas para isso, mas acho que é muito falho! Como disse meu professor da pós, que até hoje espera que alguém o pergunte quais são as margens do Rio Amazonas, que ele teve que decorar quando estava na 6º série.

Com o passar do tempo fui observando o comportamento das pessoas, e hoje consigo claramente ver que tenho arrepio de pessoas que repetem mais de 1 vez a palavra “PROBLEMA”.

Trazer problemas não torna você um profissional melhor! Os melhores são aqueles que tem a solução!

Quando eu era Líder de Projetos, e precisava contratar pessoas, sempre analisava esse tipo de reação. Para que eu ia querer mais problemas???

Falar a palavra “PROBLEMA”, pode ter muito mais agravantes, como por exemplo, desestabilizar uma equipe! É isso mesmo, o problema pode criar competições, ou desanimar várias pessoas!

Sabe o Livro “O Segredo”, onde tudo que pensamos atraímos??? Talvez os problemas são atraídos por pessoas que focam muito nele!

Todos os tipos de negócios tem problemas, identifica-los é simples, criar uma solução competente é complicado!


Pense nisso e começe levar soluções para sua empresa!!!!

October 3rd, 2008, escrito por Daniele Vincenzi

Fábrica de software?

Nos últimos anos, tenho observado a criação acelerada de Fábricas de Software (modelo fabril para a construção de softwares).

E pergunto, onde essas fábricas estão sendo instaladas?

Geralmente vemos a instação em cidades com baixo custo de vida e próxima de centros universitários.

Nossa que maravilha heim!! Empregos para jovens que estão saindo da faculdade, e mão-de-obra barata!

E como garantir a qualidade dos produtos entregues?

Isso é possível com a criação de processos, metodologias, que torna o nível de aprendizado rápido e a especialização em apenas 1 tarefa, evitando erros e entregando um produto com qualidade, mesmo com profissionais sem muitas certificações!

Acho que essa é a idéia! Também começei minha carreira trabalhando em uma fábrica de software, instalada no interior de São Paulo e que recebia trabalhos principalmente da Capital. Além disso, salário baixo, e uma ótima experiência profissional.

As fábricas estão se tornando atrativas para os recém-formados!

Mas será que daqui 10 anos não encontraremos desenvolvimento de software nas principais Metrópoles?

Eu imagino que não, a tendência é centralizar nas fábricas, que tem processos super definidos, qualidade alta e baixo custo. Além do mais, o que me faz pensar nisso é a grande prática de outsourcing que vejo muito em empresas de São Paulo.

Hoje o mercado de TI está estagnado com os softwares de prateleiras. A disponibilidade financeira, torna viável a aquisição da informatização. O mercado pede preços mais acessíveis!

E como se especializar e seguir para caminhos que valorizarão seu profissional ?

Imagino que seja seguindo para a área de negócios, processos, requisitos, projeto e gestão.

Essas áreas, para terem sucesso, precisam estar próximas ao cliente!

Eu as vejo como áreas importantíssimas, pois tem valor agregado, e trazem um diferencial para a empresa.

Pensar no futuro e nas tendências do mercado é fazer a escolha certa!

September 19th, 2008, escrito por Daniele Vincenzi

COMPETÊNCIA - Max Gehringer

Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente.
Figuras sem um Vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal. Figuras como o Raul.
Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio. Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho. Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta nanquim.
Já o Raul, nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase.
Deu no que deu. O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas.
No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de ‘paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino’.
E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.
Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos. E quem era o chefe do Pena?
O Raul.
E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição?
Ninguém na empresa sabia explicar direito. O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava.
Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.
Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa.
Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta.
E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta.
O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.
Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o Vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul.
E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:… ele entendia de gente.
Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos.
E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima:
‘Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo’.
Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas.
Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert, e todo pintor comum, um gênio.
Essa era a principal competência dele.
‘Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos.
Mas, o verdadeiro Grande Homem é aquele que faz com que todos se sintam Grandes.’

September 16th, 2008, escrito por Daniele Vincenzi

Compartilhando experiências…

Quando eu tinha 15 anos meu maior sonho era começar a trabalhar. Achava importante o contato dia-a-dia com pessoas mais velhas, outros conhecimentos, outras vivências! Mas o primeiro emprego não é nada fácil para ninguém. Comecei minha carreira então aos 16 anos (na época eu estava no 2º colegial técnico em processamento de dados) com uma indicação, mas mesmo assim tive que fazer vários testes e entrevista. (Hoje imagino, pra que tudo isso, quando estamos falando em primeiro emprego??)

Eu era totalmente crua, não conseguia me relacionar tão facilmente com meu chefe, não conseguia assimilar as solicitações, além de um problema muito grave: Não tinha auto-confiança.

Mas ai foi caminhando, entrei na faculdade, fui adquirindo experiência, amadurecendo, errando, aprendendo e hoje, depois de 7 anos trabalhando vejo o meu progresso.

Analisando o caminho que segui na minha vida profissional, apesar dos erros, segui por caminhos certos!

Tenho uma grande dificuldade de pedir conselhos para meus pais sobre minha vida profissional, pois a área de TI não é igual medicina, ou psicologia ou qualquer outra e eles até hoje não conseguem entender muito bem isso.

Outro dia conversando com minha tia sobre estilos de contratação e a forma como eu trabalho hoje. Foi complicado para ela entender!

Bom mas voltando ao assunto, imagino que mesmo sem muito auxilio dos meus pais (por se tratar de uma área especifica) e totalmente crua para o mercado de trabalho, acho que tomei decisões certas. Com certeza quem contribuiu muito para isso foram amigos da minha área. Sempre me relacionei com pessoas mais velhas e mais experientes.

O primeiro ponto positivo na minha carreira foi começar trabalhar cedo. Foi muito bom pra mim, amadureci muito rápido e começei a entender muita coisa que eu aprendia na Faculdade.

Depois a escolha de começar a faculdade saindo do colegial, também foi uma opção correta. A escolha da faculdade é um ponto muito importante também, apesar de várias opções que eu tinha em Bauru (por se tratar de uma cidade universitária) optei pela FGP, que tinha o foco voltado para o o mercado de trabalho.

Nessa etapa começei a adquirir a habilidade de conseguir me expressar melhor. Com um pouco de sorte e bastante procura, tive uma oportunidade que me trouxe uma perspectiva profissional muito boa. Foi quando liderei uma equipe me tornando posteriormente sócia da mesma empresa.

Consegui ver muitos horizontes que eu nunca tinha visto. Apesar de todo o stress e da minha pouca preparação para a tarefa, fui aos poucos me informando e melhorando gradativamente.

Todas as decisões sobre o meu futuro e qual o meu objetivo profissional para os próximo 5 anos, foram fixados na minha cabeça nesse momento.

Tinha em mente que na minha posição o Marketing Pessoal e o Networking ajudariam muito no meu crescimento profissional e no crescimento da empresa.

Hoje tenho alguns objetivos que foram traçados depois dessa experiência e outros quando eu estava lá, alguns eu já alcançei, como por exemplo morar sozinha, pois acho importante a independência. Possibilitou o meu amadurecimento rápido e forçado, aumentando minhas habilidades em resolver problemas, o que é muito importante para a área que quero seguir.

Meu segundo objetivo era um MBA em Gestão de Projetos pela FGV, que estou caminhando com ele agora. Além de achar um ótimo curso, fará com que eu crie um Networking fantástico além do auxílio para amadurecer as idéias.

Viver com objetivos torna minha vida mais emocionante, criar expectativas me torna uma pessoa mais feliz e aproveitar cada conquista me torna realizada.

Para concluir, o que eu consigo passar de experiências de vida é, focar em objetivos, traçar soluções, correr atrás e sempre focalizar em experiências profissionais casadas com estudo, dedicação e comprometimento.

September 11th, 2008, escrito por Daniele Vincenzi

Processos?!?!

Ultimamente, tenho recebido informativos de vários cursos para Gestão de Processos e Negócios. Outro dia, ao entrar no site da ApInfo, fiquei impressionada com a quantidade de vagas para Negócios, Processos e Requisitos. As vagas que antes predominavam para desenvolvedores Java e .Net, entre outras, estão sendo substituidas por vagas com conhecimento de Negócios!

Analisando esse cenário, observa-se que hoje é muito fácil encontrar empresas com um computador e sistemas rodando nele. A era digital tomou proposções gigantescas dentro da sociedade. Infelizmente, percebe-se que a corrida acelerada pela informatização não tornou as empresas realmente mais produtivas. Ao contrário, não é raro, com o uso indiscriminado da informática, observarmos um aumentou no volume de trabalho de muitas pessoas que acabam fazendo a mesma tarefa várias vezes.

O que a empresas procuram agora, mais e mais, são softwares de uso mais simples, e aliado a isto, buscam a análise e a melhoria continua em seus processos, para não se tornarem obsoletas no mercado. Este está sendo um diferencial competitivo. Imagino que em um intervalo de tempo inferior a 10 anos, este profissional com um olhar crítico ao processo, seja o mais procurado.

September 8th, 2008, escrito por Daniele Vincenzi

Gestão de Projetos, PMP, Certificação?

O que será que significa “Gestão de Projetos” para a maioria das pessoas? Pra mim significa muito. Tenho em mente hoje, depois de alguns anos de experiência profissional, que a qualidade e a eficiência na gestão são fundamentais para assegurar o sucesso de um projeto.

 Na verdade, de nada adiantam excelência em padrões de qualidade e metodologia de processos se erramos quando falamos em gestão, controle, atribuições e mapeamento,  arriscando seriamente todo o potencial do projeto.

Tem-se como uma verdade que o verdadeiro Lider é aquele que, através do conhecimento, conquista o respeito da equipe. Como a primeira frase do Livro O Monge e o Executivo: “Se tiver que lembrar as pessoas que é uma Dama, é porque você não é”.

O Lider atual tem que ser muito mais do que simplesmente um chefe que impõe regras. (Na verdade, não gosto dessa palavra “chefe”. Acho-a totalmente ultrapassada, sempre me fazendo lembrar chefes de tribos, ou talvez um barbudo atrás de uma mesa, que desrespeita as outras pessoas e não encontra o valor do profissional).

Dentro da corporação precisamos aprender a ouvir mais, e saber exatamento como direcionar as pessoas. Imagino que esse seja o principal “dom” de um Lider: descobrir exatamente as aptidões das pessoas e direcioná-las para explorar o melhor de cada um!

Como descobrir isso? Comunicando-se, conversando, tornando a liderança mais clara e abrindo espaços para a sugestão e participação de cada um, atitude que contribui para tornar as pessoas envolvidas mais pró-ativas.

Quando liderei uma equipe tive respostas para alguns questionamentos bastante comuns, do tipo “por que será que meu chefe ganha mais que eu se quem coloca a mão na massa sou eu”?

Percebi que o valor agregado nessa função é extremamente alto. Um lider deve estar sempre ligado com novidades do mercado, tem que saber se comunicar, direcionar, ter idéias novas, entender do processo, pessoas, qualidade, fazer cálculos financeiros, propor soluções, acompanhar a tecnologia, avaliar riscos, etc.

Este ano começei a pensar na certificação PMP. Estou fazendo um MBA em Gestão de Projetos na FGV (para quem não sabe, esse MBA é baseado no famoso PMBOK do PMI) e um amigo me incentivou a estudar para obter a respectiva certificação. Aí que surgiram muitas dúvidas: será que um complementa o outro? Será que depois de terminar o meu MBA estarei preparada para a certificação?

Meu MBA termina no ano que vem. Decidi esperar um pouco para obter a certificação, assim terei chance de adquirir mais embasamento teórico e darei um verdadeiro sentido ao meu curso (auxílio na preparação para a certificação).

Na verdade, imagino que o mais importante de tudo para se obter uma certificação PMI não é fazer o curso para a comprovação das horas requeridas ou até mesmo passar anos estudando árduamente para compreender todas as minúcias envolvidas. Vale, e muito, o que for aprendido na prática!

Futuramente escreverei outros posts falando mais sobre esta tal de Certificação!

August 1st, 2008, escrito por Daniele Vincenzi

Obrigado Pela Informação que vc NÃO me deu!!!

Esse é o título do livro que um colega de trabalho me trouxe. Dei algumas foleadas, e o negócio ficou muito interessante. Estamos na era da Comunicação, a internet trouxe para nós as maiores ferramentas de troca de conhecimento e hoje é nítido perceber que tudo, principalmente a tecnologia gira em torno da informação.

Mas e o que acontece quando falta uma informação? Geralmente, alguém guarda uma informação mesmo que inconscientemente até o momento em que algo aconteça for falta dela e ela seja jogada sobre você!

No livro, o autor começa um paragrafo ressaltando sobre o conhecimento, onde um fã de Picasso, pede a ele que faça um desenho. Logo após 1 minuto, o desenho está pronto e seu fã o pergunta quanto custou! Picasso responde dizendo que 1 milhão. O fã fica assustado e pergunta o porque de 1 milhão se ele demorou apenas 1 minuto. E Picasso explica que o conhecimento não foi adquirido em apenas 1 minuto. E isso serve como um exemplo ótimo, para analisarmos o tempo que está sendo gasto na troca de informação e se essa troca está gerando conhecimento, e a quantidade de conhecimento que podemos adquirir sobre toda a nossa vida.

Acredito que dentro de uma organização a comunicação é a principal arma de sucesso! Imagine uma equipe onde ninguém conversa, ninguém interage, ninguém troca informação e conhecimento. Por isso sempre bato na tecla de que a diversidade de pessoas, formações e estilos de vida enriquece uma empresa, uma equipe e um projeto.

E como fazer para que as pessoas te entendam perfeitamente e que você consiga passar toda a informação? E é ai que Normann Kestenbaum, em seu livro, fala sobre a Metodologia das 7 etapas. Numa abordagem muito interessante, essa metodologia atinge a preparação e análise do assunto sobre o sentindo e a objetividade. Nada mais é do que ser muito objetivo, ir direto ao ponto e sempre levantar perguntas a quem está te assistindo.

Considero hoje a comunição o tema mais importante do mundo coorporativo! Precisamos entender muito bem, consiguindo informações temas que o emissor não conseguiu retirar e nos expressar de forma que o receptor entenda a informação.

Para quem está interessado no livro, segue o link do livro.

April 22nd, 2008, escrito por Daniele Vincenzi

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